A MISSÃO CONTINUA...
QUANTAS VEZES NÓS PENSAMOS EM DESISTIR,
DEIXAR DE LADO O IDEAL E OS SONHOS;
QUANTAS VEZES BATEMOS EM RETIRADA,
COM O CORAÇÃO AMARGURADO PELA INJUSTIÇA;
QUANTAS VEZES SENTIMOS O PESO DA RESPONSABILIDADE,
SEM TER COM QUEM DIVIDIR;
QUANTAS VEZES SENTIMOS SOLIDÃO,
MESMO CERCADO DE PESSOAS;
QUANTAS VEZES FALAMOS SEM SERMOS NOTADOS;
QUANTAS VEZES LUTAMOS POR UMA CAUSA PERDIDA;
QUANTAS VEZES VOLTAMOS PARA CASA
COM A SENSAÇÃO DE DERROTA;
QUANTAS VEZES AQUELA LÁGRIMA TEIMA EM CAIR,
JUSTAMENTE NA HORA EM QUE PRECISAMOS PARECER FORTES;
QUANTAS VEZES PEDIMOS A DEUS UM POUCO DE FORÇA,
UM POUCO DE LUZ;
E A RESPOSTA VEM, SEJA LÁ COMO FOR,
UM SORRISO, UM OLHAR CÚMPLICE,
UM CARTÃOZINHO, UM BILHETE,
UM GESTO DE AMOR;
E A GENTE INSISTE;
INSISTE EM PROSSEGUIR, EM ACREDITAR,
EM TRANSFORMAR, EM DIVIDIR,
EM ESTAR, EM SER;
E DEUS INSISTE EM NOS ABENÇOAR,
EM NOS MOSTRAR O CAMINHO;
AQUELE MAIS DIFÍCIL,
MAIS COMPLICADO, MAIS BONITO.
E A GENTE INSISTE EM SEGUIR,
PORQUE TEM UMA MISSÃO...
SER FELIZ!
texto
Se...
Se eu pudesse deixar algum presente a você,
deixaria acesso ao sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora...
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo
a resposta e a força para encontrar a saída."
Mahatma Gandhi
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
O Segredo do Mendigo
Estava triste, desmotivado. Sua mulher havia deixado de amá-lo. Levantou da cama e vestiu-se naquela manhã de domingo. Sem nada para fazer, saiu de casa e andou sem rumo.
Até aquele dia, nunca tinha reparado como era penoso viver sem amor. Depois de andar durante horas, sentou-se à sombra de uma árvore frondosa no banco de uma praça, de cabeça baixa.
Ao seu lado, sentou-se um homem que, pelo seu aspecto, pareceu-lhe um mendigo. Quase se levantou para seguir o seu caminho, mas o sorriso do homem o reteve.
Aos poucos, se estabeleceu um diálogo e uma animada conversa que se estendeu por horas. Finalmente, o marido se levantou do banco, deixando dinheiro na mão do mendigo.
Sua postura já estava diferente. Agora, com passo enérgico, voltou para casa, tomou banho, fez a barba e se vestiu com todo cuidado. Saiu sem dar explicações e sua mulher, que já não o amava mais, se mostrou levemente curiosa com a sua nova atitude.
Voltou à noite, bem tarde.
No dia seguinte, cumprimentou gentilmente sua mulher e foi trabalhar. Na volta, vestiu um short, calçou tênis e fez uma longa caminhada noturna. Dormiu com excelente disposição.
O dia seguinte foi igual, talvez melhor.
Sua mulher, que não o amava, e seus filhos se surpreenderam. Parecia ter perdido a tristeza. Ganhara uma força e uma elegância que a família nunca antes tinha notado.
Continuou a ser gentil com a mulher mas nunca mais lhe pediu desculpas ou explicações, nem exigiu que fizesse amor com ele. Passaram-se semanas. A atitude do marido continuava firme e a disposição otimista instalou-se de vez.
A mulher sentia-se cada vez mais intrigada com a mudança miraculosa do marido e teve mais simpatia por suas novas atitudes, sábias e moderadas. Embora ela persistisse em não amá-lo, ele melhorava seu desempenho como pessoa e como pai. Era evidente que tinha se transformado num homem sábio.
Quanto a mim, sou um sujeito profundamente curioso, talvez por ser escritor e fui à mesma praça onde estivera o marido a fim de procurar o mendigo. Pude reconhecê-lo imediatamente.
Sem vacilar, sentei-me a seu ladoa apresentei-me e perguntei o que ele tinha dito para o marido sem amor. Sorrindo, o mendigo me respondeu:
- Ah, lembro... Não dei grande conselho. Disse-lhe apenas que, com minha experiência de mendigo, aprendi que nunca se deve pedir dinheiro e, pelas mesmas razões, jamais se deve suplicar amor. Essas são duas coisas que sempre nos negam quando as pedimos".
E sorrindo, acrescentou:
"O dinheiro, a gente ganha... o amor se conquista"
Estava triste, desmotivado. Sua mulher havia deixado de amá-lo. Levantou da cama e vestiu-se naquela manhã de domingo. Sem nada para fazer, saiu de casa e andou sem rumo.
Até aquele dia, nunca tinha reparado como era penoso viver sem amor. Depois de andar durante horas, sentou-se à sombra de uma árvore frondosa no banco de uma praça, de cabeça baixa.
Ao seu lado, sentou-se um homem que, pelo seu aspecto, pareceu-lhe um mendigo. Quase se levantou para seguir o seu caminho, mas o sorriso do homem o reteve.
Aos poucos, se estabeleceu um diálogo e uma animada conversa que se estendeu por horas. Finalmente, o marido se levantou do banco, deixando dinheiro na mão do mendigo.
Sua postura já estava diferente. Agora, com passo enérgico, voltou para casa, tomou banho, fez a barba e se vestiu com todo cuidado. Saiu sem dar explicações e sua mulher, que já não o amava mais, se mostrou levemente curiosa com a sua nova atitude.
Voltou à noite, bem tarde.
No dia seguinte, cumprimentou gentilmente sua mulher e foi trabalhar. Na volta, vestiu um short, calçou tênis e fez uma longa caminhada noturna. Dormiu com excelente disposição.
O dia seguinte foi igual, talvez melhor.
Sua mulher, que não o amava, e seus filhos se surpreenderam. Parecia ter perdido a tristeza. Ganhara uma força e uma elegância que a família nunca antes tinha notado.
Continuou a ser gentil com a mulher mas nunca mais lhe pediu desculpas ou explicações, nem exigiu que fizesse amor com ele. Passaram-se semanas. A atitude do marido continuava firme e a disposição otimista instalou-se de vez.
A mulher sentia-se cada vez mais intrigada com a mudança miraculosa do marido e teve mais simpatia por suas novas atitudes, sábias e moderadas. Embora ela persistisse em não amá-lo, ele melhorava seu desempenho como pessoa e como pai. Era evidente que tinha se transformado num homem sábio.
Quanto a mim, sou um sujeito profundamente curioso, talvez por ser escritor e fui à mesma praça onde estivera o marido a fim de procurar o mendigo. Pude reconhecê-lo imediatamente.
Sem vacilar, sentei-me a seu ladoa apresentei-me e perguntei o que ele tinha dito para o marido sem amor. Sorrindo, o mendigo me respondeu:
- Ah, lembro... Não dei grande conselho. Disse-lhe apenas que, com minha experiência de mendigo, aprendi que nunca se deve pedir dinheiro e, pelas mesmas razões, jamais se deve suplicar amor. Essas são duas coisas que sempre nos negam quando as pedimos".
E sorrindo, acrescentou:
"O dinheiro, a gente ganha... o amor se conquista"
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
ANJOS
Quem nunca se sentiu sozinho e desamparado?
Quem nunca sentiu em algum momento que havia a impressão que tinha chegado ao fim do caminho e que não tinha mais solução?
Que seja por uma causa grave, ou por outras menos graves, todos já nos sentimos assim. Quando adolescentes, mesmo a dor de amor perdido pode nos dar essa impressão. Pensamos que nunca mais vamos encontrar outra pessoa, que nunca mais vamos amar outro alguém. Tudo toma uma forma tão grande e exagerada que toma conta da gente.
Muitas vezes nos desesperamos e sofremos antecipadamente por coisas que colocamos na nossa cabeça, mas que na realidade nunca chegam na nossa vida.
Nesses momentos sentimos uma sensação de solidão profunda, de abandono. Tudo parece opaco, sem vida.
Mas sabem de uma coisa? Mesmo nos momentos mais difíceis da nossa existência, nunca estamos sozinhos. Mesmo quando não vemos ninguém ao nosso lado, Alguém certamente está lá e nos olha com os olhos cheios de amor, simplesmente esperando que a gente se entregue.
Alguém que prometeu que levaria todas as nossas dores. Não só as físicas, mas também as existênciais, que são ainda mais profundas e difíceis de curar, pois não encontramos solução numa farmácia.
Acho um grande reconforto saber e reconhecer que nunca estamos sozinhos. Poder reconhecer que estamos fracos e frágeis, mas saber que existe uma Mão Invisível segurando a nossa, um Colo confortável e um peito cheio de amor e compaixão.
Há uma grande verdade, mas que poucas pessoas sabem: Deus ama mesmo aqueles que não acreditam nEle, Ele cuida mesmo daqueles que não sabem que não estão sozinhos; Ele está sempre presente, mesmo quando olhamos à nossa volta e tudo parece vazio.
Há pessoas que acreditam em Deus, mas não em Anjos. Mas segundo a Bíblia "O Anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem e os livra". Então, por que não acreditar?!
De qualquer maneira, a verdade é que a solidão não existe. O que existe é a sensação de estar sozinho e abandonado. Nem existem as dores que doem eternamente. Se você um dia se sentir assim, abra os olhos da sua alma e tenha certeza que ao seu lado Alguém vai estar cuidando de você. Deixe-se amar e acalentar. Durma tranqüilo e se repouse. Tenho certeza que quando você acordar vai ter uma outra visão do seu próprio mundo.
Deus te abençoe!
(Letícia Thompson)
Quem nunca se sentiu sozinho e desamparado?
Quem nunca sentiu em algum momento que havia a impressão que tinha chegado ao fim do caminho e que não tinha mais solução?
Que seja por uma causa grave, ou por outras menos graves, todos já nos sentimos assim. Quando adolescentes, mesmo a dor de amor perdido pode nos dar essa impressão. Pensamos que nunca mais vamos encontrar outra pessoa, que nunca mais vamos amar outro alguém. Tudo toma uma forma tão grande e exagerada que toma conta da gente.
Muitas vezes nos desesperamos e sofremos antecipadamente por coisas que colocamos na nossa cabeça, mas que na realidade nunca chegam na nossa vida.
Nesses momentos sentimos uma sensação de solidão profunda, de abandono. Tudo parece opaco, sem vida.
Mas sabem de uma coisa? Mesmo nos momentos mais difíceis da nossa existência, nunca estamos sozinhos. Mesmo quando não vemos ninguém ao nosso lado, Alguém certamente está lá e nos olha com os olhos cheios de amor, simplesmente esperando que a gente se entregue.
Alguém que prometeu que levaria todas as nossas dores. Não só as físicas, mas também as existênciais, que são ainda mais profundas e difíceis de curar, pois não encontramos solução numa farmácia.
Acho um grande reconforto saber e reconhecer que nunca estamos sozinhos. Poder reconhecer que estamos fracos e frágeis, mas saber que existe uma Mão Invisível segurando a nossa, um Colo confortável e um peito cheio de amor e compaixão.
Há uma grande verdade, mas que poucas pessoas sabem: Deus ama mesmo aqueles que não acreditam nEle, Ele cuida mesmo daqueles que não sabem que não estão sozinhos; Ele está sempre presente, mesmo quando olhamos à nossa volta e tudo parece vazio.
Há pessoas que acreditam em Deus, mas não em Anjos. Mas segundo a Bíblia "O Anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem e os livra". Então, por que não acreditar?!
De qualquer maneira, a verdade é que a solidão não existe. O que existe é a sensação de estar sozinho e abandonado. Nem existem as dores que doem eternamente. Se você um dia se sentir assim, abra os olhos da sua alma e tenha certeza que ao seu lado Alguém vai estar cuidando de você. Deixe-se amar e acalentar. Durma tranqüilo e se repouse. Tenho certeza que quando você acordar vai ter uma outra visão do seu próprio mundo.
Deus te abençoe!
(Letícia Thompson)
domingo, 21 de novembro de 2010
Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata!
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.
Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.
Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer "oi" ou "como vai"?
Difícil é dizer "adeus". Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.
Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente sentimos.
Carlos Drumond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.
Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.
Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer "oi" ou "como vai"?
Difícil é dizer "adeus". Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.
Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente sentimos.
Carlos Drumond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade
sábado, 20 de novembro de 2010
Acreditamos que para que o homem atinja a perfeição não se pode menosprezar os valores do espírito. Todos estamos formulando votos aos poderes divinos que governam o mundo e a humanidade, para que o homem se volte para dentro de si mesmo a fim de que nós todos, dentro dessa interiorização, venhamos a compreender que sem os valores da alma não podemos avançar muito tão só com os valores físicos que são praticamente transitórios.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Eu creio em mim mesmo. Creio nos que trabalham comigo, creio nos meus amigos e creio na minha família. Creio que Deus me emprestará tudo que necessito para triunfar, contanto que eu me esforce para alcançar com meios lícitos e honestos. Creio nas orações e nunca fecharei meus olhos para dormir, sem pedir antes a devida orientação a fim de ser paciente com os outros e tolerante com os que não acreditam no que eu acredito. Creio que o triunfo é resultado de esforço inteligente, que não depende da sorte, da magia, de amigos, companheiros duvidosos ou de meu chefe. Creio que tirarei da vida exatamente o que nela colocar. Serei cauteloso quando tratar os outros, como quero que eles sejam comigo. Não caluniarei aqueles que não gosto. Não diminuirei meu trabalho por ver que os outros o fazem. Prestarei o melhor serviço de que sou capaz, porque jurei a mim mesmo triunfar na vida, e sei que o triunfo é sempre resultado do esforço consciente e eficaz. Finalmente, perdoarei os que me ofendem, porque compreendo que às vezes ofendo os outros e necessito de perdão.
Mahatma Gandhi
Mahatma Gandhi
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Meditação
E Deus amou o mundo tanto, que Ele deu seu Filho - era uma dádiva. Deus deu o Filho dele à Virgem Maria, e o que ela fez com ele? Assim que Jesus veio à vida de Maria, imediatamente ela apressou-se para dar aquelas boas novas. E quando ela entrou na casa da prima dela, Isabel, a escritura conta - a criança no útero de Isabel - pulou de alegria. Enquanto ainda no útero de Maria - Jesus trouxe paz para João Batista, que pulou de alegria no útero de Isabel.
E como se isso não fosse bastante, como se não fosse bastante Deus, o Filho, deveria se tornar um de nós e trazer paz e alegria, enquanto que ainda estava no útero de Maria; Jesus também morreu na cruz para mostrar aquele amor maior. Ele morreu por você e por mim, e para o leproso e para aquele homem que morre de fome e aquela pessoa desnuda que está na rua, não só em Calcutá, mas na África, e em todos os lugares. Nossas irmãs servem estas pessoas pobres em 105 países ao redor do mundo. Jesus insistiu que nós amemos uns aos outros, da mesma forma que Ele ama cada um de nós. Jesus nos deu a vida dele para nos amar, e Ele nos diz que nós também temos que fazer de tudo para fazer o bem uns aos outros. No evangelho, Jesus nos fala muito claramente: “ame como eu vos amei”.
Jesus morreu na cruz porque isso foi necessário para Ele trazer o bem para nós - nos salvar de nosso egoísmo e pecado. Ele deixou tudo, para fazer a vontade do Pai – mostrar-nos que nós também devemos estar dispostos a deixar tudo para fazer a vontade de Deus - amar uns aos outros como Ele ama cada de nós. Se nós não estivermos preparados para fazer todo o possível para trazer o bem uns aos outros, o pecado ainda estará em nós. Isso é porque nós também temos que dar a uns aos outros o nosso máximo.
Não é bastante para nós dizer: “eu amo Deus”, mas eu também tenho que amar meu próximo. O apóstolo São João diz que você é um mentiroso, se disser que ama Deus e não ama seu próximo. Como você pode amar a Deus que você não vê, se você não ama seu próximo a quem você vê, a quem você toca, com quem você convive? E assim é muito importante para nós que entendamos, que para aquele amor ser verdade, tem que doer. Eu devo estar disposto a dar tudo para não machucar outras pessoas e, de fato, fazer bem a elas. Isto requer que eu esteja disposto a dar até que doa. Caso contrário, não há nenhum verdadeiro amor em mim e eu trago injustiça, e não paz, para todos ao meu redor.
Ser amado. Nós temos que “vestir o Cristo” como a escritura nos diz. E assim, nós fomos criados para amar como Ele nos ama. O próprio Jesus se faz o faminto, o desnudo, o sem-teto, o não desejado, e Ele diz: "você fez isto a mim". No último dia, Ele dirá a esses à sua direita: "tudo o que você fez ao menor destes, você fez a mim, e Ele também dirá a esses à sua esquerda, tudo o que você negligenciou fazer para o menor destes, você negligenciou fazer isto para mim”.
Madre Teresa de Calcutá
E Deus amou o mundo tanto, que Ele deu seu Filho - era uma dádiva. Deus deu o Filho dele à Virgem Maria, e o que ela fez com ele? Assim que Jesus veio à vida de Maria, imediatamente ela apressou-se para dar aquelas boas novas. E quando ela entrou na casa da prima dela, Isabel, a escritura conta - a criança no útero de Isabel - pulou de alegria. Enquanto ainda no útero de Maria - Jesus trouxe paz para João Batista, que pulou de alegria no útero de Isabel.
E como se isso não fosse bastante, como se não fosse bastante Deus, o Filho, deveria se tornar um de nós e trazer paz e alegria, enquanto que ainda estava no útero de Maria; Jesus também morreu na cruz para mostrar aquele amor maior. Ele morreu por você e por mim, e para o leproso e para aquele homem que morre de fome e aquela pessoa desnuda que está na rua, não só em Calcutá, mas na África, e em todos os lugares. Nossas irmãs servem estas pessoas pobres em 105 países ao redor do mundo. Jesus insistiu que nós amemos uns aos outros, da mesma forma que Ele ama cada um de nós. Jesus nos deu a vida dele para nos amar, e Ele nos diz que nós também temos que fazer de tudo para fazer o bem uns aos outros. No evangelho, Jesus nos fala muito claramente: “ame como eu vos amei”.
Jesus morreu na cruz porque isso foi necessário para Ele trazer o bem para nós - nos salvar de nosso egoísmo e pecado. Ele deixou tudo, para fazer a vontade do Pai – mostrar-nos que nós também devemos estar dispostos a deixar tudo para fazer a vontade de Deus - amar uns aos outros como Ele ama cada de nós. Se nós não estivermos preparados para fazer todo o possível para trazer o bem uns aos outros, o pecado ainda estará em nós. Isso é porque nós também temos que dar a uns aos outros o nosso máximo.
Não é bastante para nós dizer: “eu amo Deus”, mas eu também tenho que amar meu próximo. O apóstolo São João diz que você é um mentiroso, se disser que ama Deus e não ama seu próximo. Como você pode amar a Deus que você não vê, se você não ama seu próximo a quem você vê, a quem você toca, com quem você convive? E assim é muito importante para nós que entendamos, que para aquele amor ser verdade, tem que doer. Eu devo estar disposto a dar tudo para não machucar outras pessoas e, de fato, fazer bem a elas. Isto requer que eu esteja disposto a dar até que doa. Caso contrário, não há nenhum verdadeiro amor em mim e eu trago injustiça, e não paz, para todos ao meu redor.
Ser amado. Nós temos que “vestir o Cristo” como a escritura nos diz. E assim, nós fomos criados para amar como Ele nos ama. O próprio Jesus se faz o faminto, o desnudo, o sem-teto, o não desejado, e Ele diz: "você fez isto a mim". No último dia, Ele dirá a esses à sua direita: "tudo o que você fez ao menor destes, você fez a mim, e Ele também dirá a esses à sua esquerda, tudo o que você negligenciou fazer para o menor destes, você negligenciou fazer isto para mim”.
Madre Teresa de Calcutá
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