Certa alma, às vésperas de vir para a Terra,
foi à presença de Deus e Lhe disse:
Senhor, já que decidiste mandar-me para o mundo,
venho trazer-Te meus pedidos.
- Quero ser como o escuro da noite que dá proteção àqueles
perseguidos pela injustiça ...
... ser como o prateado da lua que leva uma réstia de luz para
aqueles que abandonam seus sonhos ...
... ser como o brilho das estrelas, oferecendo pontos luminosos
para os que se perdem nas trevas da amargura ...
... ser como as cores do alvorecer e do arco iris, lembrando os
desalentados de que não há tempestades eternas ...
... ser como o calor do sol que aquece os corpos e as almas
daqueles que sentem frio ...
... ser como o canto dos pássaros para alegrar
os ouvidos dos tristes ...
... ser como os frutos e a sombra das árvores para oferecer
alimento e descanso aos viajantes cansados ...
Senhor, quero ter a nobreza dos animais
para jamais insultar a Vida ...
... ter a fidelidade do cão para levar aos maus o perdão
e o Amor Incondicional ...
... ter a inocência da criança, para demonstrar que é possível
prosseguir a caminhada após a queda ...
Reveste-me, finalmente, do senso de
Justiça e de Amor do Seu Filho.
Senhor, fazei-me capaz de ser o que peço!
Assim Deus lhe respondeu:
" Tranquiliza-te, alma inquieta ...
Vou dar-te algo que é suficiente para tudo que me pedes:
o Poder de realizar as tuas vontades.
Tu poderás escolher o caminho do Bem ou trilhar as trevas
do egoísmo mundano.
Tu poderás TUDO!
Vou mandar-te para o mundo na forma de Ser Humano "
SILVIA SCHMIDT
texto
Se...
Se eu pudesse deixar algum presente a você,
deixaria acesso ao sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora...
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo
a resposta e a força para encontrar a saída."
Mahatma Gandhi
domingo, 27 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
CARIDADE E VOCE
Acredita você que só a caridade pode salvar o mundo; entretanto, não se demore na posição de comentarista.
Não nos diga que é pobre e incapaz de contribuir na campanha renovadora da sublime virtude.
Senão vejamos: Se você destinar a quantia correspondente a um refrigerante ou um aperitivo em cinco doses, segundo os seus hábitos, aos serviços de qualquer hospital, no fim de um mês haverá mais decisiva medicação para certo doente.
Se você renunciar ao cinema de uma vez em cada cinco, endereçando o dinheiro respectivo a uma creche, ao término de duas ou três semanas, a instituição contará com mais leite em favor das crianças necessitadas.
Se você suprimir um maço de cigarros em cada cinco de seu uso particular, dedicando o fruto dessa renúncia a uma casa erguida para os irmãos distanciados do conforto doméstico, em breve tempo o agasalho devido a eles será mais rico.
Se você economizar as peças do vestuário, guardando a importância equivalente a uma delas em cada cinco, para socorro ao próximo menos feliz, no fim de um ano disporá você mesmo de recursos suficientes para vestir alguém que a nudez ameaça.
Não espere pela bondade dos outros.
Lembre-se daquela que você mesmo pode fazer.
É possível que você nos responda que o supérfluo é seu próprio suor, que não nos cabe opinar em seu caminho e que o copo e o filme, o fumo e a moda são movimentados à sua custa.
Você naturalmente está certo na afirmativa e não seremos nós quem lhe contestará semelhante direito.
A vontade é sagrado atributo do espírito, dádiva de Deus a nós outros, para que decidamos, por nós, quanto à direção do próprio destino.
Todavia, nosso lembrete é apenas uma sugestão aos companheiros que acreditam na força da caridade e só ganhará realmente algum valor se houver algum laço entre a caridade e você.
Autor: André Luiz
Psicografia de Francisco Cãndido Xavier. Livro: O Espírito da Verdade
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
FOME DE DEUS
Hoje em dia, a doença mais terrível do mundo não é a tuberculose nem a lepra, é a sensação de ser indesejado, de NÃO SER AMADO, de ser abandonado.
Tratamos as doenças do corpo por meio da medicina; mas o único REMÉDIO para a solidão, para a confusão e para o desespero É O AMOR.
São muitas as pessoas que morrem neste mundo por falta de um pedaço de pão, mas são muitas mais as que MORREM POR FALTA DE UM POUCO DE AMOR.
A pobreza do mundo é outra espécie de pobreza; não se trata apenas de uma pobreza de solidão, é também uma POBREZA DE ESPIRITUALIDADE.
Há um fome que é uma FOME DE AMOR, como também há uma FOME DE DEUS!...
_Madre Teresa de Calcutá!
Que vc tenha um ótimo Diaaa!
Beijaoooooooooo
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Passagens da infância de Chico Xavier
Chico Xavier era um dos nove filhos de Maria João de Deus, que preocupada com o número de filhos e sentindo que a morte se avizinhava, pois estava agonizante com crises de angina, pediu ao marido, para dividir seus rebentos entre os parentes, vizinhos e amigos. Única maneira de ele conseguir continuar o seu trabalho de vendedor de bilhetes de loteria nas cidades vizinhas – ganha-pão da família.
Após a morte da mãe, o menino Chico, com seus cinco anos, foi entregue à madrinha, pessoa difícil, severa e sem carinho. Ao contrário da mãe, que rezava muito com os filhos, aconselhava-os e era extremamente carinhosa, a madrinha achava que a educação deveria ser feita pelas vergastadas da vara de marmelo. Era tão ordinária, que chegou a lhe perfurar a barriga com um garfo. O que resultou numa profunda ferida de difícil cicatrização. E, para encobrir o malfeito ou transformar o afilhado em chacota, vestiu-o com um mandrião (camisolão feito de saco de farinha de trigo e usado por meninas antigamente) listrado de azul, sob o pretexto de que era para não se atritar com a ferida, para que sarasse logo.
Já criança, o menino “louco” conversava com a mãe, via hóstias brilhantes na igreja, assim como vultos vagando pela nave e beijando os santos e escrevia textos ditados por seres invisíveis na sala de aula, sendo ridicularizado pelos colegas. Algumas pessoas achavam que tudo era fruto da morte prematura da mãe e que com o tempo passaria.
Mas a vida não era cheia de flores para o pequeno Chico Xavier. Sua madrinha reagia às suas alucinações com golpes de vara. O padre local enchia-o de penitências e preces. Certa vez, chegou a desfilar, numa procissão, com uma pedra de 15 quilos na cabeça. Em outra, rezou mil ave-marias seguidas. Enquanto o pai cismava em interná-lo num hospício. Ao pequenino só restava chorar com os maus tratos.
Certa vez no quintal, quando diluía a sua dor em lágrimas, o menino recebeu a visita de sua mãe. Ele lhe pediu que o levasse junto consigo, pois não aguentava mais viver ali. Ela então o aconselhou, dizendo que “quem não sofre não aprende a lutar” e que era preciso ter paciência.
Atender ao pedido da mãe trouxe ao garotinho mais sofrimento. Pelo fato de não chorar, quando apanhava, deixou a madrinha mais embrutecida, pois via na sua atitude uma forma de cinismo. Enraivecida dizia que “além de louco, ele ainda era cínico”. De uma feita, o primo, também criado pela madrinha, mas com muito mimo, apareceu com uma ferida na perna, que se recusava a sarar. Consultada a benzedeira, essa deu a receita para a cura: a ferida deveria ser lambida, três vezes ao dia, por uma criança, de manhã em jejum, durante 3 sextas-feiras. O escolhido não poderia ter sido outro senão Chico, que assim o fez e, milagrosamente, a ferida terminou se fechando.
Quando o pai casou-se de novo, sua nova mulher, um verdadeiro anjo, resolveu pegar todos os filhos do esposo, espalhados de déu em déu. Chico foi o último a ser recolhido. Ao ver a ferida na barriga do menino, ela jurou que “enquanto vivesse, ninguém poria a mão nele”. E cumpriu a sua promessa.
As alucinações de Chico continuavam. A madrasta recebia tudo com calma e dizia que, “um dia, ele haveria de ser entendido por alguém”. Mas esta não era a opinião do pai, que continuava o achando louco. Antes de interná-lo num sanatório, levou-o de novo ao pároco, que deduziu que, se o menino trabalhasse, acabaria por se esquecer das visões e vozes e voltaria a ser um garoto normal.
Chico Xavier começou a trabalhar aos 9 anos de idade, numa fábrica de tecelagem, das 3h da tarde à 1 da manhã. Tarefa estafante para um guri de sua idade. No horário livre estudava. Um ano depois, com problemas respiratórios, ocasionados pelo pó dos tecidos, teve que mudar de emprego. Foi trabalhar num bar.
Chico conheceu o espiritismo, quando sua irmã ficou doente e os médicos consultados não conseguiram resolver seu caso. O pai procurou um casal de espíritas, que morava numa fazenda de uma cidade próxima. Chico participou do ritual, para expulsar o “espírito obsessor” que maltratava a moça, que acabou ficando boa.
A partir daí o menino “exótico” começou a dedicar sua vida à nova doutrina, mas, antes de seguir um novo caminho, foi à igreja pedir a bênção do padre, de quem era muito amigo e de quem ganhou o primeiro par de sapatos.
Fonte de Pesquisa: As Vidas de Chico Xavier/ Marcel Souto Maior/ Editora Planeta do Brasil Ltda.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
A DESCOBERTA DO AMOR
Ensaia um sorriso
e oferece-o a quem não teve nenhum.
Agarra um raio de sol
e desprende-o onde houver noite.
Descobre uma nascente
e nela limpa quem vive na lama.
Toma uma lágrima
e pousa-a em quem nunca chorou.
Ganha coragem
e dá-a a quem não sabe lutar.
Inventa a vida
e conta-a a quem nada compreende.
Enche-te de esperança
e vive á sua luz.
Enriquece-te de bondade
e oferece-a a quem não sabe dar.
Vive com amor
e fá-lo conhecer ao Mundo.
Mahatma Gandhi
Mahatma Gandhi
Se eu pudesse deixar algum presente a você,
deixaria acesso ao sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora...
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo
a resposta e a força para encontrar a saída."
Mahatma Gandhi
deixaria acesso ao sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora...
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo
a resposta e a força para encontrar a saída."
Mahatma Gandhi
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
CHICO XAVIER E A ÁGUA DA PAZ
Uma passagem interessante sobre a vida de Chico é aquela em que ele fala sobre o remédio ensinado por sua mãe, em uma das visões recebidas. Sua vida estava tumultuada, trabalhava excessivamente, escrevia mais ainda, ajudava as pessoas e, mesmo assim, era maltratado pela zombaria de muitos. Não acreditar na sua doutrina era um direito, mas escarnecer de seu trabalho era uma maldade orquestrada, com a finalidade de transformá-lo em motivo de chacota e descrédito.
Foi num dia de extrema tristeza para o médium, que sua mãe, Maria João de Deus, apareceu e deu ao filho o seguinte conselho:
- Meu filho, para curar essas inquietações, você deve usar a água da paz.
Depois de procurar em várias farmácias, inclusive na capital, Chico nada encontrou. Contou para a mãe o seu insucesso em encontrar o remédio e, numa aparição, ela lhe disse que poderia encontrá-lo dentro de casa. Bastava que enchesse a boca com um pouco de água e a conservasse ali, quando alguém lhe fizesse alguma provocação. Deveria conservá-la na boca, banhando a língua, enquanto persistisse a vontade de responder ao provocador. E, assim, passou Chico a fazer uso do remédio receitado pela mãe, em vários momentos de sua vida. É bom que não confundamos a aplicação da água da paz com omissão, pois a história do médium mostra-nos que, apesar de sua docilidade, ele sempre foi franco nas suas verdades.
Muitas vezes, nos relacionamentos humanos, as pessoas se engalfinham em discussões áridas, sem sentido algum, que apenas servem para deixá-las aborrecidas. Ultrapassam os limites do bom senso, a ponto de perderem o auto-respeito, caindo na armadilha dos provocadores, sempre na espreita para fazer o mal.
A água da paz representa a regulação cuidadosa de nossa maneira de ser na convivência com os outros, sem aceitar as imposições de outras vontades às nossas e, tampouco, subordinar os outros à nossa maneira de pensar e agir. Pois tanto um adulto presunçoso, quanto um adulto reprimido acabarão trazendo muitos danos a si e aos que o rodeiam.
A água da paz não significa a remoção de obstáculos pessoais, encontrados em nosso caminho, e responsáveis por nosso crescimento, mas a maneira equilibrada com que devemos enfrentá-los. É a submissão de nossas emoções de rédeas soltas ao equilíbrio e à razão, que devem nortear a nossa vida, de modo a abrandar o sofrimento, comum a todos os seres viventes.
Os maiores problemas, enfrentados por um indivíduo, residem na avaliação que faz de si mesmo. Na maioria dos casos, o ego excessivamente inflado é o responsável por atitudes impensadas e arrependimentos tardios. É a superestima que tem por si, que lhe acarreta a maioria dos aborrecimentos. Por que fez isso comigo? Eu não mereço isso! Não sabem quem sou eu! De modo que acaba partindo para uma revanche desnecessária e tormentosa.
A água da paz é a tolerância, a virtude liberal por excelência. Eu respeito os outros, porque também quero ser respeitado. Mesmo aquelas pessoas que não merecem o meu apreço, eu as deixo em paz e as ignoro, sem a necessidade de lhes desejar ou fazer mal.
É preciso compreender que nem todas as pessoas estão na mesma escala de evolução. E nada se ganha com discussões inúteis e infrutíferas. Melhor seria aproveitar o tempo com algo que beneficie a si e o mundo.
Assim como a água da paz, a tolerância não significa omissão, pois tudo possui os seus limites que, uma vez ultrapassados, precisam ser penalizados. E quais são os limites, perguntará o leitor? Os limites são transpostos, quando há danos ou prejuízos à vida de outrem. Quando fazemos a terceiros aquilo que não queremos que seja feito a nós. De resto, mantenha a boca cheia de água e deixe que o outro mostre o que lhe vai pelo coração: amor ou ódio.
Foi num dia de extrema tristeza para o médium, que sua mãe, Maria João de Deus, apareceu e deu ao filho o seguinte conselho:
- Meu filho, para curar essas inquietações, você deve usar a água da paz.
Depois de procurar em várias farmácias, inclusive na capital, Chico nada encontrou. Contou para a mãe o seu insucesso em encontrar o remédio e, numa aparição, ela lhe disse que poderia encontrá-lo dentro de casa. Bastava que enchesse a boca com um pouco de água e a conservasse ali, quando alguém lhe fizesse alguma provocação. Deveria conservá-la na boca, banhando a língua, enquanto persistisse a vontade de responder ao provocador. E, assim, passou Chico a fazer uso do remédio receitado pela mãe, em vários momentos de sua vida. É bom que não confundamos a aplicação da água da paz com omissão, pois a história do médium mostra-nos que, apesar de sua docilidade, ele sempre foi franco nas suas verdades.
Muitas vezes, nos relacionamentos humanos, as pessoas se engalfinham em discussões áridas, sem sentido algum, que apenas servem para deixá-las aborrecidas. Ultrapassam os limites do bom senso, a ponto de perderem o auto-respeito, caindo na armadilha dos provocadores, sempre na espreita para fazer o mal.
A água da paz representa a regulação cuidadosa de nossa maneira de ser na convivência com os outros, sem aceitar as imposições de outras vontades às nossas e, tampouco, subordinar os outros à nossa maneira de pensar e agir. Pois tanto um adulto presunçoso, quanto um adulto reprimido acabarão trazendo muitos danos a si e aos que o rodeiam.
A água da paz não significa a remoção de obstáculos pessoais, encontrados em nosso caminho, e responsáveis por nosso crescimento, mas a maneira equilibrada com que devemos enfrentá-los. É a submissão de nossas emoções de rédeas soltas ao equilíbrio e à razão, que devem nortear a nossa vida, de modo a abrandar o sofrimento, comum a todos os seres viventes.
Os maiores problemas, enfrentados por um indivíduo, residem na avaliação que faz de si mesmo. Na maioria dos casos, o ego excessivamente inflado é o responsável por atitudes impensadas e arrependimentos tardios. É a superestima que tem por si, que lhe acarreta a maioria dos aborrecimentos. Por que fez isso comigo? Eu não mereço isso! Não sabem quem sou eu! De modo que acaba partindo para uma revanche desnecessária e tormentosa.
A água da paz é a tolerância, a virtude liberal por excelência. Eu respeito os outros, porque também quero ser respeitado. Mesmo aquelas pessoas que não merecem o meu apreço, eu as deixo em paz e as ignoro, sem a necessidade de lhes desejar ou fazer mal.
É preciso compreender que nem todas as pessoas estão na mesma escala de evolução. E nada se ganha com discussões inúteis e infrutíferas. Melhor seria aproveitar o tempo com algo que beneficie a si e o mundo.
Assim como a água da paz, a tolerância não significa omissão, pois tudo possui os seus limites que, uma vez ultrapassados, precisam ser penalizados. E quais são os limites, perguntará o leitor? Os limites são transpostos, quando há danos ou prejuízos à vida de outrem. Quando fazemos a terceiros aquilo que não queremos que seja feito a nós. De resto, mantenha a boca cheia de água e deixe que o outro mostre o que lhe vai pelo coração: amor ou ódio.
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